quarta-feira, 24 de julho de 2013
segunda-feira, 22 de julho de 2013
DOMINGO
De que adianta alguma busca
se o imperfeito nos leva pela mão
até a chegada.
A cena sempre estragada,o real que há nisso,
somos humanos, meu Deus, só meu pouso em ti
cessará isso.
Todos os dias toco em seus cabelos,
uma alegria me acalma,
uma partilha lenta, inunda.
Somos de defeitos, nos desejos,
nos lamentos, nas palavras...
Somos imperfeitos e
eu te amo.
( Fotografia: Tiago Lima - www.tiagolima.com)
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
RENITE
A minha vida
é feita de tanta saudade,
que é costume,
vez por outra,
minha renite atacar forte.
Meu corpo amolece,
meu tempo fica lento
e é de atenção que eu
preciso pra respirar melhor.
Quero a voz firme de meu pai,
me confiando a vida,
minha mãe e uns carinhos,
meu irmão perto de mim.
Mas,se não me cuido,pioro.
Aliso a minha pele como ultimo recurso.
Durmo.
A vida sempre será outra,
que não é mais.
é feita de tanta saudade,
que é costume,
vez por outra,
minha renite atacar forte.
Meu corpo amolece,
meu tempo fica lento
e é de atenção que eu
preciso pra respirar melhor.
Quero a voz firme de meu pai,
me confiando a vida,
minha mãe e uns carinhos,
meu irmão perto de mim.
Mas,se não me cuido,pioro.
Aliso a minha pele como ultimo recurso.
Durmo.
A vida sempre será outra,
que não é mais.
ACASO
De novo o fim...
Embora seja a hora do adeus,
também me chega leve
o aceno de meu bem.
Bem na frente,recostado,
como quem esta cansado,
e parou pra ver o céu.
Vou doente ,acamada,arrastada e sem paz.
Enquanto a esperança me mata,
meu bem esta cansado
e parou pra ver o céu.
Embora seja a hora do adeus,
também me chega leve
o aceno de meu bem.
Bem na frente,recostado,
como quem esta cansado,
e parou pra ver o céu.
Vou doente ,acamada,arrastada e sem paz.
Enquanto a esperança me mata,
meu bem esta cansado
e parou pra ver o céu.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
LÁ
Da varanda via o sol ir embora,
enquanto esticava minha coluna
no muro de tijolinhos.
Gastava o tempo vendo o dia passar,
sem nenhuma ansiedade comum.
Naquele lugar tudo ficou eterno,
nada passou.
A varanda talvez não desmanche olhares,
nem a mureta continue a equilibrar
qualquer coisa que queira parar.
O legado,pra mim,foi o cheiro
do café forte na cozinha,
misturado ao som das coisas
que vão sem deixar
saudades.
enquanto esticava minha coluna
no muro de tijolinhos.
Gastava o tempo vendo o dia passar,
sem nenhuma ansiedade comum.
Naquele lugar tudo ficou eterno,
nada passou.
A varanda talvez não desmanche olhares,
nem a mureta continue a equilibrar
qualquer coisa que queira parar.
O legado,pra mim,foi o cheiro
do café forte na cozinha,
misturado ao som das coisas
que vão sem deixar
saudades.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
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